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Foto: Ailton Cruz/Gazeta de Alagoas

CSA empata com Fortaleza e conquista o título mais importante de sua história

O CSA bordou uma estrela especial na camisa. A maior de toda a sua história. Chegou em quatro decisões de Brasileiro, guardou o grito, mas agora não teve jeito. Na quinta chance, venceu o primeiro jogo contra o Fortaleza, no Castelão, por 2 a 1, e empatou neste sábado num Rei Pelé lotado, por 0 a 0. Este é, sem dúvida, o título mais importante do Azulão e do futebol alagoano. O acesso para a Série B com a taça da Terceirona fecha um ano marcante para o CSA, dono de uma história de 104 anos e de uma das mais apaixonadas torcidas do Nordeste.

O primeiro tempo teve, a rigor, duas chances para cada lado. O CSA quase abriu o placar aos oito minutos. Daniel Costa bateu falta pela direita, Michel cabeceou com força e Boeck fez a defesa parcial. No rebote, Jorge Felipe furou na pequena área e a defesa do Fortaleza fez o corte.

O Leão teve mais posse de bola, incomodou o adversário, mas não criou tanto. A primeira chance foi ao 14, num chute à queima-roupa de Leandro Cearense. Mota fez uma grande defesa. Ronny também levou perigo aos 17, mas o goleiro do CSA pegou mais uma.

O Azulão teve uma baixa pesada no primeiro tempo. Edinho sentiu uma lesão muscular, e Didira entrou. No finalzinho, Daniel Costa rolou a bola numa cobrança de falta e Raul Diogo assustou o Fortaleza.

O Fortaleza precisava de gols e foi para o ataque. Fechado, o CSA ganhava a maioria das disputas no campo defensivo, mas quase foi vazado aos 26 minutos. Ronny cobrou escanteio pela esquerda e Adalberto, sozinho, cabeceou sem sair do chão. Passou muito perto.

O Azulão só subia na boa, sem afobação. E quase marcou. Aos 30 minutos, Jorge Fellipe cabeceou, e Boeck fez uma defesa incrível. A bola bateu no poste e, na volta, Samurai chutou pra fora. Foi a melhor oportunidade do segundo tempo. Depois, o Fortaleza não teve mais forças para criar e, com o empate, o Azulão garantiu o cobiçado título da Série C.